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Cagepa ameaça fechar em Sousa e abrir em Pombal

Publicado em 11.08.2017
Cagepa ameaça fechar em Sousa e abrir em Pombal

O presidente José Reno afirma que a Cagepa está gastando 500 mil reais por mês com serviços de tratamento e controle de qualidade da água, e que o Daesa já está devendo cerca de R$ 67 milhões à companhia. Para José Reno, nenhum município brasileiro tem condições de administrar bem a captação, o tratamento e a distribuição de água, por isso ele é contra a municipalização do líquido como acontece em Sousa.

“Nós somos totalmente contra a municipalização e a privatização da água. Água não é mercadoria, água é vida, e tem que estar na mão do Estado. Portanto somos absolutamente contra qualquer evento nesse sentido”, disse.

Já o vice-presidente do sindicato conta que o representante do Daesa está evitando discutir sobre o assunto, mas que a municipalização da água em Sousa está com os dias contados.

“Ele tem se esquivado de fazer essa discussão. Mas a possibilidade de continuar municipalizada em Sousa é remota, tendo em vista que a empresa não está tendo condições de manter os serviços que a população merece.”

DIÁRIO DO SERTÃO

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