Uma ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) determina ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), que adote imediatamente, medidas de segurança no complexo hídrico Coremas-Mãe d’Água, em Coremas.
A situação está relacionada a uma falta de manutenção na barragem por meio de vistorias periódicas, além de um planejamento antecipado para evitar problemas futuros.
O debate sobre o assunto deve ser ampliado, já que busca esclarecer a situação real do reservatório.
A Assembleia Legislativa da Paraíba também vai abrir um espaço de discussão objetivando buscar soluções conjuntas para garantir a segurança da população que vive nas proximidades da barragem.
A intenção é mobilizar órgãos técnicos como a Agência Nacional de Águas (ANA), Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e equipes especializadas do próprio Dnocs para uma inspeção detalhada na estrutura.
Com isso, apresentar um laudo técnico que esclareça a situação das fissuras e dos vazamentos apontados em relatórios e, a partir disso, adotar as medidas necessárias.
O argumento apresentado pelo Dnocs é sobre a necessidade de altos recursos financeiros para a execução das medidas exigidas pelo Ministério Público Federal.
A bancada federal da Paraíba, em Brasília, também será mobilizada para buscar apoio e a garantia de recursos destinados à execução da obra e das medidas de segurança exigidas para o complexo hídrico, considerado estratégico para o abastecimento de água em grande parte do estado.
Redação