
O Inter é o primeiro finalista do Gauchão. Derrotado por 1 a 0 no jogo de ida das semifinais, o Colorado fez mais do que precisava para avançar à decisão e goleou o Juventude por 4 a 1 na noite deste sábado, no Beira-Rio. Yuri Alberto, Mauricio, Edenilson (de pênalti) e Rodinei marcaram os gols dos donos da casa. Matheus Peixoto, também de pênalti, fez o único gol da equipe da Serra.
Classificado para a final do Gauchão, Inter conhecerá seu adversário neste domingo, quando Grêmio e Caxias se enfrentam na Arena, às 16h. O Tricolor venceu o jogo de ida por 2 a 1 e joga por um empate. As duas partidas da final estão marcadas para os dias 16 e 23, ambas às 16h.
Jogar no Beira-Rio virou sinônimo de pesadelo para os adversários. A goleada sobre o Juventude foi a quarta seguida do Inter em seus domínios. Antes, o time de Miguel Ángel Ramírez havia feito 5 a 0 no Esportivo, pelo estadual, 4 a 0 no Deportivo Táchira e 6 a 1 no Olimpia, pela Libertadores. Um total de 19 gols marcados em quatro partidas.
Miguel Ángel Ramírez chega a sua primeira final pelo Inter em poucos meses de trabalho no Beira-Rio. Em 12 jogos, o treinador espanhol soma mais goleadas do que derrotas. São oito vitórias – quatro por goleadas – um empate e três derrotas, com aproveitamento de 69,4%. De quebra, o espanhol venceu seu primeiro duelo contra um time da Série A: antes, havia perdido para o próprio Juventude e para o Grêmio.
O VAR foi acionado duas vezes, e bem acionado, diga-se. No segundo tempo, o recurso de vídeo entrou em ação para marcar pênalti de Marcelo Carné em Yuri Alberto, em lance que o árbitro Daniel Nobre Bins viu impedimento de Galhardo na origem da jogada. Minutos depois, o VAR também foi decisivo para marcar uma penalidade a favor do Juventude, após Cuesta cometer falta em Paulo Henrique – a arbitragem de campo havia marcado fora da área. Para o comentarista PC Oliveira, na Central do Apito, as duas decisões foram corretas.
Fonte: GE
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