
A suposta preocupação com o meio ambiente é relativamente nova. Durante anos as pessoas usaram os recursos naturais de forma desenfreada diante de uma economia voltada ao consumo excessivo sem pensar que os mesmos seriam finitos. Foi a partir da década de 1970, ou seja, há 50 anos atrás que teve início estudos de impactos ambientais a partir da percepção das mudanças nos ambientes naturais.
A partir daí começou a se discutir preservação ambiental, pois com a industrialização acelerada passou a ter um crescimento do uso dos recursos naturais sem limites que começou a se revelar insustentável e iniciou-se a discussão da degradação do meio ambiente como problema global. Foi então que a ONU decidiu inaugurar a primeira grande conferência mundial sobre o meio ambiente que foi o grande marco para a questão ambiental, a chamada Conferência das Nações Unidas Sobre o Ambiente Humano, que se realizou em Estocolmo, na Suécia, em 1972.
A partir disso, foi promovida uma série de outras grandes conferências mundiais pela ONU pautados na discussão sobre o agravamento dos problemas ambientais e com o objetivo de formular políticas públicas sobre o meio ambiente e desenvolvimento, visto que pesquisas científicas apontavam previsões catastróficas para a humanidade e o meio ambiente caso o modelo de crescimento econômico não se alterasse, e também foram criadas nos países instituições voltadas para a questão do meio ambiente. Outra conferência importante sobre o tema foi a ECO-92 que se realizou no Rio de Janeiro-Brasil em 1992.
Interessante que muitas previsões catastróficas anunciadas pelos pseudocientistas nunca se confirmaram, graças a Deus, estes sempre falam por si próprio com base em suas próprias loucuras e alegam falar em nome da ciência.
A partir do meado da década de 1970 surgiu um monte de pseudocientistas falando que o petróleo acabaria em breve muitos estimavam apenas mais 20 anos de exploração do ouro negro. Em 1977 o New York Times colocou a seguinte manchete: “Se o consumo seguir no nível atual, o petróleo do mundo deve desaparecer na primeira década do século 21”. Tem uma reportagem famosa neste sentido do Estadão de 1981 que dizia: “A reserva mundial de petróleo vai acabar no ano 2011”.
Resumindo já na década de 1970 se desenhava um futuro comprometido pelo fim do petróleo, já que este é a matéria prima para a produção de combustíveis usados na maioria esmagadoras dos veículos. A reportagem do New York Times fala se o consumo continuar no “nível atual” acabaria em 2011, lembrando que desde esta época a frota de veículos que se movem a combustíveis fósseis aumentou exponencialmente, isso significa dizer que as reservas deveriam acabar muito antes do previsto, mas já estamos em 2020 e até então nenhum sinal do fim.
Para enfrentar esta suposta crise do petróleo o Brasil criou em 1975 o Proálcool – Programa Nacional do Álcool, o programa concedeu isenções fiscais e empréstimos a juros abaixo do mercado para fabricantes de automóveis movidos a etanol e para produtores de cana-de-açúcar. A curto prazo se mostrou uma boa solução porque no início da década de 1990 o Brasil possuía 60% dos seus veículos movidos a etanol. A longo prazo o Brasil criou dois grandes problemas, primeiro houve endividamento do estado para bancar as isenções fiscais e para pagar a diferença dos juros dos empréstimos (a final de contas dinheiro não surge espontaneamente e não dá em árvores). O outro problema é que ocorreu um substancial aumento dos gêneros alimentícios, pois ocorreu a redução do cultivo de alimentos em substituição à cana-de-açúcar que estava bem mais vantajoso devido os financiamentos e isenções promovidas pelo governo.
A partir de 2003 os carros começaram a serem fabricados na versão “flex” que funcionam tanto com gasolina, como também com etanol, mesmo assim a venda do etanol está em baixa desde sempre porque os preços não são atrativos levando os proprietários a optar pela gasolina. Lembrando que a gasolina no Brasil não é pura, de acordo com a regulamentação da ANP – Agência Nacional de Petróleo a gasolina pode conter até 25% de álcool em sua mistura, como não há uma fiscalização efetiva não são raros os casos no qual o percentual é bem maior, comprometendo o consumo e o desempenho dos veículos sobretudo para veículos mais antigos e de alguns modelos importados como os das chinesas Lifan e Chery que funcionam apenas com gasolina não sendo flex.
De maneira nenhuma quero com esse pequeno artigo negar a existência dos impactos ambientais gerados pela atividade humana, por outro lado também quero alertar que não devemos aderir as ideias apocalípticas de muitos ambientalistas, muitas vezes membros de ONG’s com interesses escusos e que tentam assustar os desavisados com suas “loucuras pseudocientíficas”. Vale ressaltar que tais ambientalistas e supostos cientistas não andam de carroça para não poluir o meio ambiente, exceto a ativista sueca Greta Thunberg que foi convidada para a Conferência do Clima em New York, mas se recusou a viajar de avião por causa das emissões de carbono, mas Pierre Casiraghi, filho da princesa Caroline de Mônaco, colocou à sua disposição o “Malizia II”, um veleiro com “zero emissão de carbono”, a mesma viajou por duas semanas atravessando o Oceano Atlântico, durante a viagem Greta teve a companhia do pai e de mais dois tripulantes. A História é linda e comovente uma jovem de 17 anos que se recusa a viajar de avião para não poluir o meio ambiente, se não fosse um pequeno detalhe essa história seria maravilhosa é que a viagem pelo oceano Atlântico não foi tão ecológica como parecia e como é noticiada pela imprensa, na qual a moça é tratada como se fosse uma santa querendo salvar o planeta dos malvadões humanos poluidores é como se ela fosse o “Capitã Planeta e os humanos fosse o Porco Greedly”. Apesar de ter viajado num veleiro não poluente, Greta não conseguiu evitar o impacto negativo no ambiente, uma vez que dois membros da tripulação do Malizia II (veleiro usado por Greta) tiveram de apanhar um voo para Nova Iorque para trazer o barco de volta à Europa. Além disso, os dois marinheiros que viajaram com Greta e o seu pai, Svante, também iriam voltar de avião. No total ela mobilizou 05 pessoas para viajarem de avião em vez de uma só que seria ela, tecnicamente ela poluiu cinco vezes mais do o normal, mas ela é vista como uma heroína defensora do quase morto meio ambiente, o que seria dele se não fosse ativistas como essa garota tão inteligente.
Em síntese o que posso dizer é que ativismo não resolve “bulhufas” nenhuma o que importa mesmo é cada um fazer sua parte mesmo que pareça insignificante e mesmo que todos estejam fazendo o contrário, mas sem ativismo, o qual busca apenas reconhecimento, fama, seguidores nas redes sociais e aparição em programas de televisão, mas que no fim seu suposto trabalho é em vão.
Use seu carro em paz o petróleo não vai acabar, mas se puder use também uma bicicleta, faça pequenos trajetos a pé, isso faz bem para saúde e para o seu bolso, a gasolina está muito cara, mas não faça isso porque uma manipulada criatura sem noção disse que o mundo está abeira da destruição com base na “siênsia”.
Reinaldo Valverde Pereira, o professor Valverde é Cristão Evangélico. Detém os cursos de Licenciatura em História e Bacharel em Teologia, possui ainda formação profissionalizante em Comunicação Oral & Escrita e Jornalismo Digital e é autodidata em empreendedorismo. É Entusiasta do Conservadorismo e do Liberalismo Econômico. Dispõe de uma vasta experiência em docência com passagens pelo ensino fundamental, médio e educação de jovens e adultos. Atuou como professor da Rede Privada de Salvador e atualmente é professor da Rede Estadual de Sergipe, além de escrever periódicos, sendo colunista de vários portais de notícias de todo o Brasil escrevendo sobre diversos temas.
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