
O Estádio Marizão é, de fato, um dos mais hostis ambientes do futebol paraibano. Nem sempre é um estádio que está lotado, é verdade. Mas é impossível não constatar a força do Sousa atuando em seu palco principal, em qualquer competição. Para se ter uma ideia, em pouco mais de cinco anos, de 2017 até agora, o Dinossauro perdeu apenas dois jogos no local e contabiliza um excelente aproveitamento de 69,3% atuando dentro de sua casa.
Foram 50 jogos desde o dia 15 de fevereiro de 2017, quando o Sousa venceu o CSP por 2 a 1 pelo Campeonato Paraibano e deu o pontapé inicial a esse aproveitamento atuando no Estádio Marizão. Foram 28 vitórias e 20 empates.
As duas derrotas desse período de meia década foram apenas na temporada passada. Em 2021, o Sousa acabou perdendo por 1 a 0 na estreia no Campeonato Paraibano para o Botafogo-PB. O segundo revés desse período foi na Série D, diante do América-RN, por 2 a 0.
Em 2022, o Sousa também vem fazendo do Marizão, chamado de “La Bombonera do Sertão” pelo presidente do Dinossauro, Aldeone Abrantes, um trunfo importante. O time disputou 10 jogos em sua casa nesta temporada, venceu sete e empatou só três. Além disso, venceu dois times de Série B, Sampaio Corrêa e CSA, e ainda empatou com um time de Série A, o Goiás, pela Copa do Brasil. Saiu ileso de confrontos pesados.
Em busca do tricampeonato paraibano, o Sousa está na semifinal do estadual, diante do Campinense. A partida de ida será nesta quarta-feira, no Marizão. A equipe de Tardelly Abrantes vai em busca de seguir fazendo de sua casa uma carta importante no duelo com a Raposa.
Fonte: GE
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