
Depois de a Vila Olímpica de Tóquio registrar seu primeiro caso positivo para a Covid-19 – um oficial de delegação que veio do exterior -, o presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach, afirmou que “confia” nos protocolos impostos para garantir a segurança dos participantes no evento, cuja abertura oficial ocorrerá na sexta-feira 23.
Em entrevista a jornalistas na tarde deste sábado, Bach disse que o COI está “preocupado” com todos os casos positivos e quem por ventura for um contato próximo dos contaminados. Mas que as medidas de proteção previstas são suficientes para evitar um surto.
– Estamos cientes do ceticismo que as pessoas têm aqui no Japão. Meu apelo aos japoneses é que acolham os atletas, porque é a competição da vida deles. E os atletas têm o mesmo interesse da população, de que esses Jogos sejam seguros. Será o evento mais restrito de todos os tempos. Há testes rigorosos e muito ações de contenção. Apenas 0,1% dos participantes testou positivo até agora. Os Jogos vão acontecer e serão seguros para todos – disse Bach.
O alemão foi indagado sobre a situação do Time Olímpico de Refugiados, que tem 29 atletas concentrados em Doha. Uma pessoa do estafe da equipe testou positivo para a Covid-19 e ainda não há data para embarque dos competidores.
– Fui informado nesta tarde que não houve contato próximo estabelecido. Os membros do time estão sendo testados diariamente e sob supervisão de especialistas médicos. Tudo foi feito para aplicar as regras na medida mais rigorosa. Eles vão decidir se e quando esses atletas e oficiais poderão viajar. Estou muito confiante de que veremos a equipe de refugiados aqui em Tóquio – comentou.
Diretor executivo das Olimpíadas, Christophe Dubi disse que todos os eventuais casos positivos de credenciados para Tóquio 2020 serão isolados e monitorados de maneira rígida.
– Nossa confiança está no rigor. Desde o começo, o rigor deu a base de toda a organização. Nós podemos garantir que os casos positivos vão ser identificados e tratados com rigor para evitar um surto. A nossa confiança recai no esquema de segurança em vigor – observou.
Fonte: GE
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