
A confusão foi registrada em meio à sessão de votação sobre projeto de lei de escolas cívico-militares no estado.
Segundo a Alesp, os “manifestantes tentaram invadir o plenário” e foram “contidos” pela Polícia Militar e, posteriormente, encaminhados, à Polícia Civil.
Já de acordo com a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que diz repudiar a atitude da PM, o braço de um estudante foi quebrado na ocasião.
A União Nacional dos Estudantes (UNE) diz que “em uma ação anti-democrática a PM do Governador Tarcísio agride e violenta estudantes que lutavam na ALESP contra o projeto das escolas cívico-militares”.
A CNN entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e aguarda posicionamento.
Relato de deputados
Um vídeo divulgado pela deputada Thainara Faria (PT) mostra policiais fazendo barricadas com escudos balísticos contra os manifestantes.
O deputado Eduardo Suplicy (PT) disse que “estudantes contrários buscam o diálogo e enfrentam a truculência da PM”. Suplicy disse que tentou mediar o entendimento e “foi surpreendido com spray de pimenta e paredão da Tropa de Choque da PM”.
De acordo com o deputado Guto Zacarias (União), seis manifestantes invadiram o plenário e duas policiais “foram arremessadas ao chão”.
Para o deputado Carlos Giannazi (PSOL), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) quer aprovar a medida “tropa de choque e spray de pimenta”. “É essa polícia que vai ensinar nas escolas? Estudantes estão se manifestando de forma pacífica e apanhando”, prosseguiu.
Fonte: CNN Brasil