
O processo de escolha da sede da próxima Copa do Mundo feminina foi marcado por idas e vindas e a desistência de candidaturas. O Brasil era um dos que pleiteava a organização do torneio, mas optou por sair da disputa depois de a CBF não conseguir garantias por parte do governo federal.
O Japão também resolveu retirar a candidatura de última hora, a três dias da decisão da Fifa, deixando a disputa apenas entre Colômbia e Austrália/Nova Zelândia. Isso ocorreu depois da avaliação das propostas por parte da Fifa.
A candidatura mais bem avaliada foi a conjunta dos países da Oceania, que obteve a pontuação de 4,1, na escala de 1 a 5. O Japão obteve 3,9, e a Colômbia, 2,8. Os candidatos fizeram novas apresentações nesta quinta-feira, antes da votação pelos membros do Conselho da Fifa. O anúncio foi feito ao fim da eleição pelo presidente Gianni Infantino.
Congratulations @FFA & @NZ_Football!
YOU will host the #FIFAWWC 2023.¡Felicitaciones, @FFA y @NZ_Football!
Serán ANFITRIONAS de la #FIFAWWC 2023. pic.twitter.com/PaL1PR6HyO— FIFA Women's World Cup (@FIFAWWC) June 25, 2020
- 1991 – China
- 1995 – Suécia
- 1999 – Estados Unidos
- 2003 – Estados Unidos
- 2007 – China
- 2011 – Alemanha
- 2015 – Canadá
- 2019 – França
The FIFA Council has started voting.
Coming soon, we will announce the #FIFAWWC 2023 host(s) LIVE.El Consejo de la FIFA ha comenzado el proceso de votación
En breve, anunciaremos EN VIVO la(s) sede(s) de la #FIFAWWC 2023.
https://t.co/54Wy1ZXmsX— FIFA Women's World Cup (@FIFAWWC) June 25, 2020
Fonte: Globo Esporte-Zurique, Suíça