Rumores sobre uma possível internação de Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, começaram a circular nas redes sociais e ganharam repercussão internacional nesta segunda-feira (19). Segundo informações divulgadas pelo jornal britânico The Sun, o dirigente teria sofrido uma hemorragia cerebral e sido levado a um hospital em Pequim, na China. Até o momento, porém, não há confirmação oficial do problema de saúde nem evidências independentes que comprovem a suposta internação.
As publicações afirmam que Kim estaria em coma e teria sido encaminhado ao Peking Union Medical College Hospital, na capital chinesa, para receber atendimento de emergência. O jornal britânico repercutiu as alegações, mas não apresentou comprovação médica ou confirmação de autoridades sobre o estado de saúde do líder norte-coreano.
As especulações também foram alimentadas pela ausência de novas aparições públicas de Kim nos últimos dias. De acordo com o The Sun, seu último compromisso divulgado teria ocorrido em 11 de outubro, durante uma visita a um museu de defesa na Coreia do Norte.
Apesar da repercussão, os governos da Coreia do Norte e da China não confirmaram que o dirigente tenha viajado a Pequim ou recebido atendimento médico. Também não há informações verificadas sobre uma eventual transferência de suas funções no governo.
Os rumores provocaram discussões sobre quem poderia assumir o comando da Coreia do Norte caso Kim ficasse impossibilitado de governar. Entre os nomes mencionados está o de sua irmã, Kim Yo-jong, que ocupa uma posição de influência na estrutura política do país.
A filha do dirigente, Kim Ju-ae, também aparece em especulações sobre a sucessão, embora não exista anúncio oficial de que ela tenha sido escolhida para assumir o poder.
Até que surjam informações verificáveis, as alegações sobre hemorragia cerebral, coma e hospitalização permanecem sem comprovação. Não há elementos suficientes para afirmar que Kim Jong-un esteja doente ou afastado do governo.
Fonte: msn