
O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, sofreu derrotas nas eleições de domingo (6) que enfraqueceram sua maioria na Câmara dos Deputados, segundo a contagem rápida oficial feita pelas autoridades eleitorais do país.
O partido governista Morena terá entre 190 e 203 assentos no parlamento, segundo a projeção do Instituto Nacional Eleitoral (INE), e perdeu a maioria absoluta que detinha sozinho – metade mais um dos 500 deputados.
No entanto, o Morena pode integrar a maioria se mantiver a aliança acordada anteriormente com mais três partidos. Com isso, pode garantir entre 265 e 298 assentos.
Mesmo assim, a coalizão governista perde a maioria qualificada de dois terços das cadeiras, que atualmente detém, com um total de 333 assentos. Ela é necessária para realizar, por exemplo, reformas constitucionais.
“É uma derrota para López Obrador, não avassaladora, mas o enfraquece e a seu projeto porque requer reformas constitucionais”, disse à AFP o cientista político e historiador José Antonio Crespo.
A maioria qualificada é fundamental na cruzada antineoliberal do presidente de esquerda, que visa devolver o controle do setor energético ao Estado, contra a corrente de leis que abriram as portas às empresas privadas em 2014.
Mesmo assim, a coalizão governista perde a maioria qualificada de dois terços das cadeiras, que atualmente detém, com um total de 333 assentos. Ela é necessária para realizar, por exemplo, reformas constitucionais.
“É uma derrota para López Obrador, não avassaladora, mas o enfraquece e a seu projeto porque requer reformas constitucionais”, disse à AFP o cientista político e historiador José Antonio Crespo.
A maioria qualificada é fundamental na cruzada antineoliberal do presidente de esquerda, que visa devolver o controle do setor energético ao Estado, contra a corrente de leis que abriram as portas às empresas privadas em 2014.
Mesmo assim, a coalizão governista perde a maioria qualificada de dois terços das cadeiras, que atualmente detém, com um total de 333 assentos. Ela é necessária para realizar, por exemplo, reformas constitucionais.
“É uma derrota para López Obrador, não avassaladora, mas o enfraquece e a seu projeto porque requer reformas constitucionais”, disse à AFP o cientista político e historiador José Antonio Crespo.
A maioria qualificada é fundamental na cruzada antineoliberal do presidente de esquerda, que visa devolver o controle do setor energético ao Estado, contra a corrente de leis que abriram as portas às empresas privadas em 2014.
Mesmo assim, a coalizão governista perde a maioria qualificada de dois terços das cadeiras, que atualmente detém, com um total de 333 assentos. Ela é necessária para realizar, por exemplo, reformas constitucionais.
“É uma derrota para López Obrador, não avassaladora, mas o enfraquece e a seu projeto porque requer reformas constitucionais”, disse à AFP o cientista político e historiador José Antonio Crespo.
A maioria qualificada é fundamental na cruzada antineoliberal do presidente de esquerda, que visa devolver o controle do setor energético ao Estado, contra a corrente de leis que abriram as portas às empresas privadas em 2014.
Apesar do medo dominador em localidades de estados como Guerrero e Jalisco, o pleito, para o qual foram convocados 95 milhões de eleitores, teve uma participação entre 51,7% e 52,5%, segundo o INE.
Voto polarizadoEmbora o México seja um dos países mais atingidos pelo coronavírus, a perspectiva de uma votação punitiva não era clara devido ao declínio da epidemia, de acordo com as pesquisas.
“Infelizmente veio a pandemia. Sem ela, o governo teria sido melhor. Não tenho queixas, é por isso que estou aqui”, disse Tania Calderón, uma funcionária de 37 anos, à AFP antes de votar na Cidade do México.
Já Alejandra Bernal, uma estudante de direito de 22 anos, expressou seu desacordo nas urnas. “O México teve a oportunidade de tomar medidas prévias e isso não foi feito. Mas essa responsabilidade é dos governos e dos cidadãos. Meu voto foi a favor”, disse a jovem.
O país, de 126 milhões de habitantes, acumula quase 229 mil mortes por Covid-19 – a quarta colocação no mundo em números absolutos – e sua taxa de mortalidade é a vigésima primeira por 100 mil habitantes.
Fonte: RFI