O que era para ser uma “sacada” de marketing para atrair a Geração Z tornou-se um pesadelo logístico para a Nike. Nesta semana, apenas cinco dias após o lançamento oficial dos uniformes para a Copa do Mundo, o presidente da CBF, Samir Xaud, anunciou o veto total ao termo “Brasa” nas peças principais de jogo.
A decisão veio após uma explosão de críticas nas redes sociais, onde torcedores acusaram a fornecedora de material esportivo de “americanizar” a identidade nacional e tratar o “manto sagrado” como uma gíria passageira de redes sociais.
Em entrevista à ESPN nesta quinta-feira (26), Samir Xaud disse que foi pego de surpresa e explicou o caso. “Fui pego um pouco de surpresa, né? O que me foi apresentado quando estava, não tinha ‘Brasa’, mas nós sabíamos que tinha uma campanha publicitária que iria ser feita ali pré-Copa em relação a isso”, afirmou.
Xaud ainda destacou que “até porque isso é respeito, eu falo muito em respeito em relação ao nosso uniforme, em relação à nossa bandeira e o nosso nome é Brasil. Então, vai ter Brasil no nosso meião e não brasa”.
Redação