
A reportagem do portal Liberdade PB conversou nesta sexta-feira (24) com a economista Roberta Trindade para falar sobre a economia brasileira, durante este período de pandemia do novo Coronavírus e de que maneira afeta a situação financeira paraibana e a vida da população.
Para a economista a primeira dificuldade da economia brasileira está no comércio externo, já que os países fecham suas fronteiras para que o coronavírus não se expanda. Além disso, as empresas passam a ter dificuldade em obter receita, mesmo as que estão abertas, devido à falta de circulação das pessoas. Desta forma o Governo passa a proporcionar alguns subsídios para tentar contornar a situação.
Roberta fala sobre as medidas que estão sendo tomadas pelas empresas para reduzir o risco de funcionários e clientes de serem infectados pelo Coronavírus. Desta maneira as empesas estão se reinventando através do uso das mídias sociais, telefone e deliverry. Ela ressalta sobre as taxas de juros de créditos que estão sendo oferecidos.
Sobre o auxílio emergencial Roberta diz que talvez os 3 meses do auxílio emergencial não seja suficiente para garantir o isolamento social e destaca os critérios necessários para aprovação do auxílio.
Durante a entrevista a economista e professora universitária comentam sobre alguns aspectos no que desrespeito ao PIB e à economia no sertão paraibano:
PIB do Brasil
Em relação ao PIB do Brasil os economistas não estão muito otimistas, provavelmente haverá uma redução no crescimento do PIB, já que o Brasil já vinha com uma expectativa de crescimento pequena. Afirmou.
A economia na Paraíba e no Sertão durante pandemia
Em relação a situação econômica na Paraíba, para Roberta, a lógica é a mesma que as empresas das demais regiões,sem circulação de pessoas e com redução do poder de compra. No entanto as empresas são menores e trabalham sem capital de giro, de tal maneira que irão sentir o impacto tanto quanto as grandes empresas
Para finalizar ela fala sobre outras medidas que estão sendo tomadas sobre contas atrasadas, aluguel, empréstimo, e afirma que não existe uma lei que firme uma negociação entre o devedor e o credor. Há possibilidade de negociação entre as partes. Também destaca sobre mensalidades escolares.
Ana Paula Leite-Liberdade PB