
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou neste domingo (15) eleições antecipadas para 20 de setembro, menos de dois anos após as últimas federais, estimando que com a pandemia o país atravessa um momento “histórico”.
“A governadora-geral aceitou meu pedido para dissolver o Parlamento. Os canadenses, portanto, irão às urnas em 20 de setembro”, disse da capital federal, Ottawa.
Segundo Trudeau, o país vive um “momento histórico” e por isso é “extremamente importante que os canadenses possam escolher como sairemos desta pandemia e como nos reconstruiremos melhor”.
“Agora, tomaremos decisões não somente para os próximos meses, mas para as décadas que virão”, disse Trudeau, de 49 anos.
“Peço que apoiem um governo progressista e ambicioso” que defenda “um sistema de saúde forte, moradia acessível e um meio ambiente protegido”, declarou, lançando alguns dos principais temas de sua campanha.
À frente de um governo minoritário desde outubro de 2019, o que o torna dependente dos partidos de oposição para aprovar suas reformas, Justin Trudeau pretende aproveitar as pesquisas favoráveis, sua gestão da pandemia e o sucesso da campanha de vacinação.
Mas os outros partidos, todos contra a realização de uma votação neste verão, iniciaram as hostilidades e denunciaram um cálculo político, enquanto a pandemia ainda não acabou.
O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou neste domingo (15) eleições antecipadas para 20 de setembro, menos de dois anos após as últimas federais, estimando que com a pandemia o país atravessa um momento “histórico”.
“A governadora-geral aceitou meu pedido para dissolver o Parlamento. Os canadenses, portanto, irão às urnas em 20 de setembro”, disse da capital federal, Ottawa.
Segundo Trudeau, o país vive um “momento histórico” e por isso é “extremamente importante que os canadenses possam escolher como sairemos desta pandemia e como nos reconstruiremos melhor”.
“Agora, tomaremos decisões não somente para os próximos meses, mas para as décadas que virão”, disse Trudeau, de 49 anos.
“Peço que apoiem um governo progressista e ambicioso” que defenda “um sistema de saúde forte, moradia acessível e um meio ambiente protegido”, declarou, lançando alguns dos principais temas de sua campanha.
À frente de um governo minoritário desde outubro de 2019, o que o torna dependente dos partidos de oposição para aprovar suas reformas, Justin Trudeau pretende aproveitar as pesquisas favoráveis, sua gestão da pandemia e o sucesso da campanha de vacinação.
Mas os outros partidos, todos contra a realização de uma votação neste verão, iniciaram as hostilidades e denunciaram um cálculo político, enquanto a pandemia ainda não acabou.
Denunciando uma “decisão egoísta” de Trudeau, Singh afirmou neste domingo que estava disposto “a lutar pelos trabalhadores, para obrigar os super-ricos e as grandes empresas a pagar sua parte justa, e para construir uma recuperação que beneficie a todos”.
Prevê-se que a campanha eleitoral, anunciada para durar apenas 36 dias, gire em grande parte em torno da gestão da pandemia e dos amplos programas de ajuda emergencial implantados pelo governo, bem como do plano de recuperação pós-pandemia de 101 bilhões de dólares canadenses em três anos.
Mas as questões ambientais e de reconciliação com os povos indígenas também serão cruciais para estas eleições, que promete ser inédita.
As medidas sanitárias ainda em curso em vários estados limitarão os comícios eleitorais e a grande incerteza será a participação, sabendo que “uma baixa participação reduziria a legitimidade do próximo governo”, acrescenta Félix Mathieu.
Além disso, se a votação por correspondência se sobressair, como é esperado devido à pandemia, o resultado da votação pode demorar a ser conhecido.
Fonte: AFP