Com a presença do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Fred Coutinho, do desembargador Onaldo Rocha de Queiroga, presidente da Comissão de Cultura e Memória, além do juiz-diretor do Fórum da Comarca de Pombal, Lucas Sobreira de Barros Fonseca foi realizado nesta segunda-feira (25), o Projeto ‘Justiça e Cultura’.
O evento representou a segunda etapa da iniciativa que une o Judiciário à valorização da memória, da arte e da identidade cultural paraibana. A primeira edição, foi realizada no ano passado no Fórum Cível da Capital.
O momento aconteceu no Fórum da Comarca de Pombal, sendo iniciado com ações institucionais que reforçaram o compromisso do Judiciário com a preservação da história e o reconhecimento do trabalho dos servidores.
Houve também a aposição de placa na Sala dos Oficiais de Justiça, com a denominação do ambiente de Oficial Pedro Soares Barbosa, seguida pelo lançamento do projeto ‘Comarcas e Histórias’, iniciativa da Comissão de Cultura e Memória e da Gerência de Comunicação do TJPB.
Ainda no espaço do Fórum uma exposição de peças artesanais produzidas por Francisca Márcia e quilombolas.
A programação seguiu com reunião envolvendo servidores da comarca, momento em que foi entregue o Selo Prata pelo presidente do órgão, desembargador Fred Coutinho.
O proposta chegou ao Sertão com uma programação extensa e plural, envolvendo servidores, artistas locais, imprensa, educadores e representantes do Tribunal de Justiça da Paraíba.
“O Projeto Justiça e Cultura é um espaço de encontro entre o Judiciário e a cultura popular, promovendo pertencimento, memória e valorização das expressões artísticas locais dentro do ambiente da Justiça”, lembro Fred Coutinho.
O servidor Teófilo Félix abriu as apresentações com o tema ‘Memória da Comarca de Pombal’, resgatando fatos e personagens da história judiciária do município.
Na sequência, o servidor José Reinaldo de Lacerda, da 1ª Vara Mista, apresenta uma paródia da música ‘Pé de Cajarana’, em um momento de leveza e identidade cultural.
Seane Nóbrega Mascena interpretou ‘Terra Seca’, da Fraternidade São João Paulo II, seguida pela apresentação musical do oficial de justiça Frank Moura, com voz e violão.
O tradicional repente nordestino também entrou em cena com Oliveira de Panelas, reafirmando a oralidade e a força da poesia improvisada do Sertão.
Já a professora Ione Severo declamou cordéis de autoria própria, em um momento poético que valorizou a literatura popular.
O encerramento cultural ficou por conta de Aleijadinho de Pombal, com um repertório que destaca músicas de Maringá, marca cultural da cidade.







Marcelino Neto
Com informações do Gecom/TJPB