
O novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), 60 anos, diz que é necessário tributar operações eletrônicas. O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer criar o tributo para incidir sobre transações, mas os congressistas o associam à antiga CPMF e resistem. Caberá a Barros convencer seus colegas deputados a apoiar a ideia do ministro.
Ricardo Barros também vincula o Renda Brasil, programa social que o governo está formatando (que incorporará Bolsa Família e outros benefícios), à criação do novo tributo. Diz que o valor a ser pago depende da reforma tributária, em discussão no Congresso. Afirma que o Renda Brasil poderá avançar sobre a receita do Sistema S (Senai, Sesc, Senac etc.).
O deputado declara que será necessário postergar o início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (para maio de 2021 como está em uma medida provisória em tramitação). Afirma que Jair Bolsonaro faz política real.
Ricardo Barros falou em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues no programa Poder em Foco, parceira editorial entre o SBT e o jornal digital Poder360. A gravação foi na última 5ª feira (13.ago.2020) no estúdio do Poder360, em Brasília. Assista à íntegra (47min33seg):
Fonte: Poder 360